Foi mais que uma audiência. Foi um grito coletivo por justiça, por memória, por vidas que não podem mais ser esquecidas.

Cada fala, cada olhar, cada lágrima – tudo ecoou a urgência de proteger, de educar, de transformar dor em ação.

Na Câmara de Irecê, naquela noite, não se discutiu apenas política: falou-se de amor, de coragem, de esperança. Porque combater o feminicídio é, acima de tudo, um compromisso com a vida.

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